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«O povo que andava nas trevas viu uma grande luz.»
Eu até pensava, Senhor, quando andava naquela vida longe de Ti, mergulhado em paixões mundanas, que era livre e feliz.
Verdade seja dita que as “ressacas” dessas paixões me levavam sempre a pensar que aquilo não conduzia a lado nenhum e até poderia ser um mau prenúncio de futuro.
Mas quando Te “reprocurei” e Tu Te fizeste encontrado, percebi que afinal tudo que eu pensava ser liberdade era, afinal, uma prisão de paixões e vícios que me iam destruindo lentamente, sem eu me aperceber.
Quando decididamente me deixei abraçar por Ti e quis fazer caminho Contigo e em Ti, percebi que a verdadeira vida e felicidade estavam apenas e só na comunhão do Teu amor.
Também me chamaste a ser “pescador de homens”, porque afinal cada um que Te segue e vive em Ti e por Ti, tem que viver para os outros também e, por isso, muitas vezes, sem se aperceber, torna-se “pescador de homens”, porque és Tu que os “pescas” servindo-Te dos testemunhos das nossas vidas.
Pobre de mim que nada valho, mas Tu és assim, do nada consegues sempre tirar o muito que é preciso a cada um e a todos.
Basta fazer a Tua vontade e a Tua Luz vence as trevas, libertando os que nelas andam, de modo a que cada um encontre o caminho do amor, o caminho da salvação, que és Tu, e só Tu, Senhor.
Marinha Grande, 25 de Janeiro de 2026
Joaquim Mexia Alves

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