quarta-feira, 8 de março de 2017

PENSANDO NO MEU SOBRINHO ZÉ

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Às vezes atordoas-nos, Senhor!

É tal a dor que ficamos sem saber o que dizer, sem saber o que pensar, sem saber o que viver.

É quase uma revolta que vem de dentro de nós e se atravessa na nossa garganta, embarga-nos a voz, tolhe-nos o pensamento e ficamos ali, parados, a olhar … o infinito!

E depois Tu vens, manso, doce, terno, encostas-nos ao Teu peito, apertas-nos junto a Ti e dizes-nos baixinho ao coração: Se tu soubesses como ele está feliz!

Obrigado, Senhor, obrigado!

Guarda-o junto a Ti, abraça-o melhor do que nós o abraçámos e diz-lhe por favor, Senhor, que nós o amamos muito e o guardamos vivo para sempre nos nossos corações.

E já agora, Senhor, ouve com bondade tudo o que ele interceder por nós.


Marinha Grande, 7 de Março de 2017
Joaquim Mexia Alves
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4 comentários:

António Mexia Alves disse...

Ele sabe muito bem o que é melhor para os Seus filhos.
E, embora possa custar-nos a aceitar - somos humanos - a verdade é que de um mal aparente tira sempre um bem muito maior.
O Zé, nos Seus braços amorosos, intercederá por nós.

É este bem - incomensurável -que nos enche de esperança, afoga a nossa dor e enxuga as nossas lágrimas.

Em, então,temos de dizer-Lhe: Gratias Tibi!!!

Com um abraço

Anónimo disse...

Boa noite Joaquim
Já li, reli e partilhei com um amigo da Paróquia de Alcobaça.
Fica-se sem fôlego mas passado algum tempo sente-se no nosso ombro a Mão do Senhor. Perdi uma irmã em 3 de Novembro de 1968 num acidente de viação. Foi brutal mas nos dias de hoje vejo-a muitas vezes quando na missa vou comungar.
E foi graças ao Alpha e à força da tua voz amiga que isso está a acontecer.
Abraço fraterno e até breve se Deus quiser.
JERO

joaquim disse...

Um abraço apertado António.

joaquim disse...

Meu amigo José Eduardo, obrigado e um grande abraço