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Sigo pelo caminho pensando em tudo quanto vou vivendo no dia a dia.
Caminhas a meu lado, mas eu, muitas vezes distraído com as coisas do mundo, não Te vejo.
É então que falas comigo e me explicas que estás junto a mim, atento a tudo o que me acontece e tantas vezes eu não percebo.
Falas ao meu ouvido e explicas-me pela Tua Palavra o que eu tantas vezes não consigo entender, mas que é fruto das minhas escolhas.
A Tua voz, inaudível mas sensível, vai aquecendo o meu coração e fazendo-me reflectir em tudo o que devo fazer para viver segundo a Tua vontade.
Fazes-me viver-Te no «partir do Pão» e dás-Te em Comunhão, dizendo-me com o Teu mais belo sorriso para também eu me partir, dando-me ao meu irmão.
Olho-Te, timidamente, e digo-Te baixinho para só Tu ouvires: Mas eu falho tanto, Senhor. Dou tão pouco do tanto que Tu me dás.
Sorris mais uma vez, apertas-me junto a Ti e sussurras ao meu ouvido: Eu sei, meu filho, eu sei. Mas lembra-te que só Eu sei do pouco ou muito que me dás e aproveito cada migalha do teu dar, para te guiar no teu caminho ao encontro da minha vontade.
Marinha Grande, 8 de Abril de 2026
Joaquim Mexia Alves

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