.
.
Dá-me de beber,
peço-te eu,
Senhor,
dessa água viva que Tu tens,
água que nos dá vida,
água que nos faz viver.
Dá-me de beber,
peço-te eu,
Senhor,
que tenho sede de Ti,
tenho sede do teu amor.
Dá-me de beber,
peço-te eu,
Senhor,
quero a água que me dás,
a água da alegria,
que nos leva à tua paz
Dá-me de beber,
peço-te eu,
Senhor,
que não quero mais ter sede,
que não quero ter mais fome,
mas apenas ser só teu,
sempre teu,
no teu amor.
Marinha Grande, 02 de Abril de 2014
Joaquim Mexia Alves
.
.

Que lindo poema. Obrigado pela partilha, deste teu amigo samaritano, tantas vezes.
ResponderEliminarTu és Senhor,
ResponderEliminarA fonte da minha sede,
O pão da minha fome.
Não me deixes só no caminho da vida,
Quero-te ouvir nas pedras que piso.
Obrigado Paulo, meu irmão romeiro.
ResponderEliminarUm abraço amigo em Cristo
Obrigado Mário Vasconcelos, pela achega.
ResponderEliminarUm abraço amigo em Cristo